Andrei Bastos
Andrei Bastos


Total de visitantes: 96013




31/08/2010 14:22
Dilma ou Casas Bahia?

Estou querendo comprar um guarda-roupa de seis portas. As Casas Bahia estão vendendo um por R$ 399,00, em até 10x vezes sem juros no cartão, com frete e montagem GRÁTIS, mas vou esperar o resultado das eleições. Tenho assistido à propaganda eleitoral da Dilma, que promete muita coisa GRÁTIS e que ainda VAI PAGAR MAIS para não se trabalhar, e quem sabe não descolo meu guarda-roupa com ela. As Casas Bahia que se cuidem!

Andrei Bastos | Deixe sua loucura aqui (0)



24/08/2010 09:52
Viva o “poste” brasileiro!

Está realmente difícil: Serra convocando o povo para trabalhar por um Brasil que pode mais enquanto Dilma promete aumentar o Bolsa Família…

Andrei Bastos | Deixe sua loucura aqui (0)



19/08/2010 10:22
Em casa, é fácil, governador Cabral!

Site Em Dia Com A Cidadania, 19/08/2010:

EM CASA, É FÁCIL, GOVERNADOR CABRAL!

Parece milagre, mas o governador fluminense, Sérgio Cabral, vai ficar mais de 10 dias direto no Rio. É que ele operou os meniscos, anteontem, e vai ficar 10 dias de molho - ajudado pelo séquito a que tem direito pelo cargo.

No dia 20 de agosto de 2008 (aniversário de 2 anos, portanto, amanhã), o jornalista Andrei Bastos foi convidado por uma amiga cadeirante para acompanhá-la na “cerimônia de entrega dos termos de outorga da Faperj” para o projeto Construindo a Cidadania da Pessoa com Deficiência, no Palácio Guanabara, “com a presença do governador, do secretário estadual de Ciência e Tecnologia e outras tantas pessoas importantes.”

Chegando lá, negou-se a subir as escadarias (a cerimônia, acreditem, era no segundo andar) ou a ser carregado feito um vaso de plantas.

Fez seu protesto solitário. E escreveu o artigo “Brincadeira tem hora”, que você pode ler na íntegra, clicando aqui.

Ano passado, no dia 25 de agosto de 2009, foram realizadas a “Entrega de Reparação Simbólica a Ex-presos Políticos e Famílias Vítimas de Violência” e a posse da nova Comissão de Reparação, também, no Palácio da Guanabara. E Andrei, ex-preso político, foi convidado, mas, de novo, não teve acesso à cerimônia.

Quem sabe a próxima “outorga” vai ser nos jardins do palácio? Ou será que, por causa do seu séquito, o governador não perceberá que cadeirantes e muletantes vivem a exclusão no cotidiano, pois não têm acesso aos lugares?

Talvez agora, depois de experimentar o que é ser muletante, nunca mais faça crimônias para pessoas com deficiência no segundo andar do Palácio da Guanabara, onde a acessibilidade nunca foi providenciada e os cadeirantes têm que subir no colo de alguém, ou ficarem fora do evento.

E não se tem notícias de nenhuma obra nesse sentido, lá na sede do governo do Rio de Janeiro.

Leia também o artigo Eu quero uma melancia

Andrei Bastos | Deixe sua loucura aqui (0)



15/08/2010 13:54
Quando portais da web se tornam barreiras

Blog Hoje em Pauta, 14/08/2010:

Quando portais da web se tornam barreiras

Isabela Pimentel

Twitter, Facebook e Orkut são nomes popularmente utilizados para denominar as redes sociais. Mas, será que de fato, ter acesso a uma ferramenta na internet é garantia de maior participação e democratização? É importante questionar o modo como a revolução digital alterou o exercício do jornalismo, a construção das notícias e a participação dos públicos neste processo.

A possibilidade de o cidadão, dotado de equipamento portátil “noticiar” um fato e poder enviá-lo e vê-lo publicado em portais dos grandes periódicos alterou os rumos da construção das notícias. Neste sentido, jornalismo cidadão tornou-se um nome frequente. Mas, o que grande parte dos veículos esquece, é que o conceito de cidadania tem vários significados e não se refere a um grupo estanque de pessoas, mas, sim, ao conjunto heterogêneo de seres humanos, com pensamentos distintos. Dizer que há apenas uma cidadania é recorrer à simplificação do conceito.

A cidadania, entendida como possibilidade de participação ativa na esfera social e política do indivíduo no meio em que está inserido e transita, compreende várias dimensões, e uma delas, por vezes, esquecida, é o acesso à informação. Após a reabertura política, nos anos 80, os meios de comunicação passaram a ser vistos como esfera potencial para práticas cidadãs, em defesa da justiça e luta. Porém, não é o que tem ocorrido.

A tão proclamada sociedade em rede e sua esfera virtual, criam barreiras, quando pensam estar incluindo, sendo muros, ao invés de portais de informação. Tal fato é notório nas chamadas “seções colaborativas” dos jornais em sua versão on-line. Apesar da presença de slogans como “aqui, todo cidadão é repórter”, os sites não respeitam conceitos fundamentais como a acessibilidade das interfaces na web, excluindo pessoas que possuem necessidades específicas e desejam contribuir, enviar dados, construir suas notícias e que são “barradas” pelas paredes construídas, impedindo a prática de um direito fundamental: ter acesso à informação e participação nas discussões em voga nos rumos políticos e sociais do país.

O jornalista Andrei Bastos, membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB- RJ, conhecido por sua atuação militante em defesa da acessibilidade e inclusão social, explica que acompanhou o processo de informatização das redações e que a rotina profissional também foi modificada. Bastos iniciou a carreira aos 19 anos de idade, no Correio da Manhã, no ano de 1970.

“A internet não só impôs novas configurações aos sites dos periódicos, levando-os a ampliarem seus espaços de colaboração opinativa e informativa, como também determinou o mesmo nos jornais impressos, que hoje buscam um novo lugar nesta era da informação em que vivemos e que se caracteriza pela interatividade entre os veículos, impressos ou virtuais, e seus públicos”, afirma.

O jornalista acredita que à participação do público se relaciona uma transformação da democracia representativa em participativa, na qual todo cidadão é político. Ele aponta o trabalho de conscientização como um caminho para que a comunicação horizontal, inclusiva, seja, de fato, implantada. “Só um trabalho intenso pode fazer com que essa “invisibilidade” acabe e todos sejam incluídos, a exemplo do projeto jornalístico Inclusive, a Revista Digital de Direitos Humanos, Cidadania e Inclusão Social.

Para Bastos, a vontade política dos excluídos, com ou sem necessidades específicas, seja no campo da mídia ou sociedade em geral, é a chave da transformação. “Para isso - o que já vem sendo feito há bastante tempo pelas pessoas com deficiência - é preciso mostrar a cara, botar o bloco na rua e lutar por direitos”, conclui.

Andrei Bastos | Deixe sua loucura aqui (0)



10/08/2010 21:20
Nosso Lar

Amigos e amigas,

No dia 14/8 - sábado, receberemos a visita de Wagner de Assis, diretor e roteirista do filme Nosso Lar, cuja estréia será no dia 3 de setembro. Ele fará uma palestra sobre as filmagens, com direito a perguntas e respostas e serão exibidos o trailler e algumas cenas dos bastidores. Será uma oportunidade imperdível de ter contato com todos os aspectos que envolveram a produção dessa tão importante obra, aguardada por todos, espíritas ou não, que acreditam em vida após a morte. Baseado no best seller de Chico Xavier, teve o maior orçamento do cinema nacional até hoje e seus efeitos especiais foram produzidos fora do Brasil. Uma super produção!

Não perca essa chance e sentir um gostinho de quero mais!
Divulgue, repasse aos amigos!

Entrada: 1 kg de alimento*

Local: Casa de Francisco de Assis (Rua Alice, 308 - Laranjeiras)
Tels: 2265-9499/2557-0100

*Todos os alimentos recolhidos serão destinados à Creche Santa Clara, com 72 crianças, e aos projetos sociais da Casa de Francisco de Assis.

Esperamos vocês!

Casa de Francisco de Assis

Bazar permanente: Rua Pinheiro Machado, 17-B
(Apanhamos doações)

Andrei Bastos | Deixe sua loucura aqui (0)



08/08/2010 17:17
‘Making of’ do samba 23456

ANDREI BASTOS

No dia 29 de julho eu acordei inquieto com os versos de um samba, que chegaram com a manhã e se instalaram na minha cabeça. O relógio marcava 6h, pulei da cama e comecei logo a escrever no primeiro pedaço de papel que encontrei. Não dava para esperar o Windows inicializar…

As palavras vieram sem pressa, naturalmente, mas sem vacilo. Esperei dar 7h, quando acaba o horário de silêncio, e liguei para Georgette Vidor. Como foi para o celular, o maridão, que atendeu, identificou quem ligava e não quis me trucidar. Assim que ele disse alô, eu cantei o refrão: “Dois, três, quatro, cinco, seis, / É Georgette Vidor deputada outra vez”.

Rindo, ele disse que eu devia estar bêbado e passou o telefone para Georgette, que atendeu, ela sim bêbada de sono. Os dois ficaram surpresos com a revelação do novo compositor aqui e apoiaram a idéia de gravarmos o samba.

Quando procurei na memória alguém para fazer a música, lembrei imediatamente de Rafael Lobo, um amigo com os excelentes predicados de sambista de primeira e flamenguista apaixonado. Tendo, junto com os irmãos, jogado water-polo no Flamengo, Rafael conhecia a história de Georgette Vidor e sempre a admirou.

Meu amigo topou de cara a empreitada e, na segunda-feira, dia 2, à noite, me avisou que o samba estava pronto. Na manhã seguinte, eu parti para armar a gravação e consegui um lugar com outro amigo, o publicitário Luís Mário, que marcou para o mesmo dia, às 18h. Continuando a correria, avisei ao meu parceiro sambista e ele então convocou a turma de bambas que realizou o trabalho em pouco mais de três horas de estúdio. Gabriel, o “Buzunga”, com seu tamborim, Luís, com o cavaquinho, e Perillo, com o reco-reco, se juntaram a Rafael, com vozes e violão, Júlio, na mesa de edição, Flávio, na mixagem, e a mim, estreando como letrista de samba e gaiato no navio, no bom sentido.

Quem tiver curiosidade e disposição para ouvir as besteiras, piadas e palavrões que falamos durante a gravação, pode clicar nos links de download abaixo:

‘Making of’ do samba 23456 - 1

‘Making of’ do samba 23456 - 2

Andrei Bastos | Deixe sua loucura aqui (0)



04/08/2010 12:15
23456, o samba da vitória!

Saiu o samba da campanha de Georgette Vidor, que eu e um amigo fizemos:

23456

Andrei Bastos e Rafael Lobo

Dois, três, quatro, cinco, seis,
É Georgette Vidor deputada outra vez!
Dois, três, quatro, cinco, seis,
Com a Georgette que eu vou,
Dois, três, quatro, cinco, seis.

Dois, três, quatro, cinco, seis,
É Georgette Vidor deputada outra vez!
Dois, três, quatro, cinco, seis,
Com a Georgette que eu vou,
Dois, três, quatro, cinco, seis.

Com a vida inteira dedicada ao esporte,
Sempre trouxe muita glória para nós.
No Flamengo e na nossa Seleção,
Seu trabalho foi sempre campeão.

Luísa, Diego, Daniele, que aí estão
Com medalhas na ginástica, também moram em nosso coração.

Dois, três, quatro, cinco, seis,
É Georgette Vidor deputada outra vez!
Dois, três, quatro, cinco, seis,
Com a Georgette que eu vou,
Dois, três, quatro, cinco, seis.

Dois, três, quatro, cinco, seis,
É Georgette Vidor deputada outra vez!
Dois, três, quatro, cinco, seis,
Com a Georgette que eu vou,
Dois, três, quatro, cinco, seis.

Com muita luta, força e determinação,
Georgette Vidor também faz a inclusão.
Cadeirante, está ciente e
Dedica-se ao irmão deficiente.

E agora, com as Olimpíadas presentes,
É Georgette Vidor o voto consciente,
A deputada que fecha com a gente.

Dois, três, quatro, cinco, seis,
É Georgette Vidor deputada outra vez!
Dois, três, quatro, cinco, seis,
Com a Georgette que eu vou,
Dois, três, quatro, cinco, seis.

Dois, três, quatro, cinco, seis,
É Georgette Vidor deputada outra vez!
Dois, três, quatro, cinco, seis,
Com a Georgette que eu vou,
Dois, três, quatro, cinco, seis.

(Clique aqui para download da música)

Andrei Bastos | Deixe sua loucura aqui (0)



29/07/2010 11:13
Faculdade de Educação Inclusiva

Lançamento do projeto da primeira Faculdade de Educação Inclusiva do Brasil

Ocorrerá no dia 7 de agosto de 2010 o lançamento oficial do projeto para a criação da primeira Faculdade de Educação Inclusiva do Brasil (Faculdade de Educação Inclusiva Paulista – FEIP). O evento acontecerá no Parque Rizzo, próximo ao centro da cidade de Embu das Artes, das 8h às 12h, com o patrocínio da Prefeitura.

Trata-se de um projeto inovador, que chama a atenção não apenas da comunidade acadêmica, mas de grande parte da sociedade que está comprometida com a inclusão social. Essa proposta vem preencher uma lacuna na formação e capacitação de novos profissionais para trabalharem em cenário de diversidade, além de oportunizar fóruns para o exercício pleno da cidadania.

O projeto encontra o apoio de várias autoridades que representam diferentes segmentos sociais no Brasil e no exterior. Dentre alguns nomes, pode-se destacar: Eduardo Suplicy, Senador da República, Mara Siaulys, presidente da Laramara, Mara Gabrilli, Vereadora pela cidade de São Paulo, Cláudia Cotes, site Vez da Voz, Ângela Couret, Presidente de la Fundación Paso a Paso da Venezuela e Gustavo Alberto Hincapié Corrales, Diretor da Corporación Discapacidad Colômbia.

Na primeira parte do evento serão apresentados vídeos temáticos e a mesa redonda: “Desafios para o Brasil na perspectiva da educação inclusiva”. Na segunda parte, serão oferecidas oficinas a respeito desse tema.

Durante toda a programação, estandes estarão oferecendo, a preços acessíveis, publicações e produtos relacionados com educação e inclusão para todos os interessados.

PATROCÍNIO
Prefeitura da cidade de Embu das Artes

APOIO
Discapacidad Colombia, Laramara, Paso a Paso, Redem, Vez da Voz

Links relacionados:

http://discapacidadcolombia.com/
http://www.laramara.org.br
http://www.pasoapaso.com.ve/CMS/
http://www.redem.org
http://www.vezdavoz.com.br/2vrs/index.php

***

OBJETIVOS

1. Promover ensino superior de qualidade em diferentes áreas do conhecimento, tendo como paradigma as novas políticas de Educação Inclusiva preconizadas pelo Ministério da Educação - MEC;

2. Incentivar o desenvolvimento de pesquisas acadêmica e científica voltadas para as políticas de educação em cenários diversos, tornando a Faculdade de Educação Inclusiva Paulista um centro de excelência nessa área do conhecimento humano;

3. Criar espaços para a aplicação dos conhecimentos desenvolvidos nos estudos e pesquisas;

4. Promover cursos de capacitação para profissionais de áreas diversas dos segmentos público e privado afins com as políticas públicas de interesse social;

5. Fomentar uma nova perspectiva cultural que tenha a inclusão como referência, criando-se novos fóruns para o exercício da plena cidadania; valorizando-se os grupos minoritários que sempre estiveram à margem do processo histórico nacional.

(Saiba mais)

Andrei Bastos | Deixe sua loucura aqui (0)



26/07/2010 09:42
Sou Flamengo, sou do bem

ANDREI BASTOS

Assassinos existem em todo lugar. De Doca Street e Michel Frank aos matadores de Dorothy Stang ou Celso Daniel, sem esquecer o jornalista Pimenta Neves, o noticiário sempre esteve coberto de sangue, em casos mais ou menos macabros. Claro que podemos estabelecer uma gradação no horror dos crimes, assim como podemos alcançar com entendimento muitas das circunstâncias e implicações deles.

É por isso que é uma bobagem dizer que o enriquecimento rápido de pessoas pobres e sem estudo, atletas ou ganhadores de loterias, as predispõem para o crime, por estarem despreparadas para a fortuna e para o poder que dela resulta. Se fosse assim, seriam incontáveis os “Jason” e “Hannibal Lecter” a nos aterrorizar.

Da mesma forma, também é descabido jogar a responsabilidade pela formação de atletas como cidadãos, com valores éticos elevados, para as agremiações esportivas. Seria o mesmo que obrigar a Caixa a acoplar cursos de ética e cidadania aos prêmios que distribui a ganhadores humildes dos seus jogos.

O problema é muito maior do que tentam mostrar as análises apressadas dos trágicos acontecimentos envolvendo o goleiro Bruno. Assassinatos à parte, o que se espera é que o Estado, antes de qualquer instituição que nele se abriga, proporcione à sociedade os valores e princípios para o exercício de uma cidadania plena, honrada e com respeito aos direitos humanos.

Se nossa sociedade faz vista grossa para tantos crimes, aceita que seus governantes justifiquem más condutas dizendo que sempre foi assim, mais do que quaisquer outros afirmando a idéia equivocada de que tudo podem, como podemos aceitar que só os despreparados pela pobreza pensam assim quando enriquecem?

Sem dúvida, é necessário que tais pessoas tenham orientação sobre como viver a vida de rico, antes de tudo para não jogarem dinheiro fora ou serem passadas para trás e rapidamente voltarem a ser pobres. Absurdo é dizer que a orientação será para afastá-las da prepotência e do crime.

Se existe espaço para assassinos realizarem seus intuitos, sentindo-se acima da lei, é porque existe uma percepção coletiva de impunidade. E esta percepção foi construída em toda uma história de desvios de dinheiro público sem punição, de subornos de guardas de trânsito, de carteiradas bem-sucedidas, de torturadores da ditadura impunes, de superfaturamento de obras públicas etc. etc. etc.

Assim como eu, que nem sou ligado em futebol e gosto do Flamengo pelo seu apelo popular, muitos flamenguistas ficaram constrangidos com os fatos que nos horrorizaram. Assim como eu, que tenho filhos e netos flamenguistas, para quem será difícil separar o joio do trigo, a nação rubro-negra precisa mostrar a cara e dizer que é do bem.

Tal postura não atende apenas à necessidade de defender a imagem do clube, que ficou arranhada. Ela serve, principalmente, para combater o preconceito e a discriminação contra os pobres, escondidas nas palavras bem escolhidas de alguns donos da verdade.

Andrei Bastos | Deixe sua loucura aqui (0)



18/07/2010 17:19
O melhor jogador do mundo é autista

Nem Cruijff nem Ronaldinho. E nem Maradona. Para os adeptos do Barça a oitava maravilha é Messi. Eis uma história, uma lição de vida, que encanta Camp Nou.

É uma desforra bem pessoal, a história do menino austista aos 8 anos, anão aos 13, que via o mundo a 1,10 metros do solo. É esse mesmo, Lionel Messi, que botou corpo à base de tratamentos hormonais e que, 59 centímetros depois, encanta o mundo do futebol, naquele jeito singularíssimo de conduzir a bola colada ao genial pé esquerdo, como se o couro redondo fosse um mano siamês, uma mera extensão corporal, um órgão vital, inseparável. E Barcelona rende-se ao talento de “La Pulga”. E os adversários caem aos pés de um talento puro e raro.

E por muito talento que tivesse para jogar a bola, estaria o rapaz consciente do destino glorioso que lhe estava reservado?

(Saiba mais)

Andrei Bastos | Deixe sua loucura aqui (0)

Página 1 de 1