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13/08/2010
18:45
Mulher um bicho estranho

Às vezes penso; que mulher é um bicho muito idiota mesmo ou o homem que é um bicho bem estranho. Depois de um bom tempo, fui ver o dentista que tinha me operado, fazia um bom tempo que a gente não se via, então fiz questão de caprichar na roupa, mostrar que estou mais magra, mais elegante, mais madura. Sem ter como comprar um vestido novo, fui pegar o pretinho básico que minha mãe tinha, na época que ela tinha a minha idade. Pois bem; apareci e nem um elogio se quer, nada, totalmente indiferente. Bom... Talvez fosse o medo de que um elogio fosse interpretado como um leve assédio sexual, nesse tempos de processos para lá e para cá. Mas um elogiozinho inocente faz bem. Lembrar que não estamos mortas e enterradas.
Depois disso, lá fui eu me encontrar com um ex-colega da faculdade, não o via há quase 10 anos, mantínhamos contato via e-mail, ou telefone e só. Mais uma vez fui revirar o armário todo, fazendo mil combinações: acessórios, cabelo, maquiagem, etc. No grande dia...nada!!!! Ele elogiou meu papo, minha inteligência, disse que temos ciclonia de pensamentos, blá-blá-blá-blá. Não que fosse ruim, mas isso me mostrou o quanto à mulher não sabe o que quer. Quando o cara elogia sua beleza, graça, elegância, ela diz “ Mas eu sou inteligente também!” E quando ele só repara no seu cérebro, na sua forma comunicativa e articulada de ser, ela reclama; “ Nem notou meu vestido novo!”
Nessa guerra dos sexos devemos anotar; Mulher sempre está insatisfeita com alguma coisa e homem esse aí... está sempre desligado nunca presta a atenção em nada do universo feminino. E isso pode ser fatal Cinthia Zoli | comentários(0
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11/08/2010
19:32
O livro e a sua capa

100 anos de solidão
Nunca se deve julgar um livro pela capa. Não é o que dizem por aí? É... pode até ser... minha tia que era adepta à coleção de livros, certa vez me disse para escolher alguns para mim. No meio deles estava 100 anos de solidão de Gabriel Márquez, lembro como se fosse hoje, ela me dizendo que devia ser um livro muito triste, pelo título. Alguém que devia ser bem solitário, contando a sua vida. Não consegui ler da 1ª vez, era muito chato. Mas peguei novamente e consegui passar da parte chata, e vi que ele era bem diferente de como minha tia pensava. Era totalmente diferente, era a saga de uma cidade; Macondo. Que começou como um “arraial”, que cresceu ao ponto de ter fábricas, estação de trem, e um possível aeroporto. Seus habitantes viviam estórias bem interessantes, recheadas de misticismo. E no meio dessa saga, havia uma família em especial, com 5 gerações de filhos, netos, primos, irmãos, quase todos com os mesmos nomes ( que dava uma grande confusão ). Cada membro tinha sua estória a parte: o filho que fugiu com a tribo dos ciganos e correu o mundo. O coronel que fez uma rebelião, por não concordar com as regras do novo governo. Mulheres de temperamento forte, com sangue azul de realeza, sonhadoras que são capazes de amar apenas um homem na vida, e passam o resto de sua vida esperando a morte de chegar de bom grado.
Claro que o final é surpreendente, o livro não é ruim e sim; longo de tema arrastado, eu parei algumas vezes porque tive uma prova pra fazer, comprei alguns livros que não quiz esperar terminar para ler, se o livro fosse meu daria mais agilidade, mas eu recomendo assim mesmo. Ótimo para quem irá fazer uma longa viagem de ônibus, ou para quem está esperando o vôo no aeroporto.
Fui!!!!
Ps: Agora estou lendo ALÔ CHICS! De Glória Kalil, o último que faltava para a minha coleção. Sabe como é... sou chique bem!
Cinthia Zoli | comentários(0
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